| 10 razões para amar o Firefox |
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A guerra é desigual. O Internet Explorer, navegador da Microsoft, ainda tem mais de 80% do mercado de browsers, enquanto os restantes 20% são divididos entre os outros — Opera, Netscape e Safari (da Apple) e, claro, o Firefox, sendo este o que mais tem crescido em participação e soma, hoje, 12% do mercado. Estima-se que já existam mais de 150 milhões de usuários de Firefox. Tanta gente não pode ter se enganado, certo? Afinal, o que é que o Mozilla Firefox tem de tão interessante? Decidimos investigar, conversando com usuários que abandonaram os outros browsers e, ideologias à parte, renderam-se aos encantos do browser open source . Procuramos também especialistas que garantem: vale mesmo a pena experimentar o navegador. Para facilitar sua compreensão, selecionamos dez características especiais que fazem do Firefox uma excelente opção como ponto de partida para a sua navegação.
1) NAVEGAÇÃO COM ABAS. Evita que o browser precise ser carregado todas as vezes que você deseja visitar uma página. As abas também tornam a navegação mais intuitiva. No Firefox, em vez de se amontoarem umas nas outras na barra de tarefas, as janelas ocupam, cada uma, uma “abinha” na parte superior do browser. Segundo o webdesigner Marcelo Temer, da empresa especializada Ability, esse é um bom exemplo de usabilidade. Você pode abrir links e novos sites como abas que ficam no alto da navegação, visíveis pela janela do browser. Alternar entre elas é muito mais intuitivo do que lidar com janelas através da barra de tarefas, onde as janelas do (Internet) Explorer ficam misturadas e espremidas entre diversos programas. Está na lista de coisas sendo copiadas pelo Explorer — diz. Para a desenvolvedora de interfaces de sites Simone Villas Boas, as abas são a característica mais marcante do Firefox. — As abas são incríveis. Melhorou mais na versão 1.5, na qual é possível alterar sua ordem. Não é uma idéia original do Firefox, mas foi com ele que comecei a usá-las de verdade — diz. Um browser camaleão
2) Ser open source(ter código-fonte aberto). Por ter uma comunidade de background, o Firefox tem correções implementadas rapidamente. Isso pode ser um alívio quando surgem bugs e pragas virtuais. — O IE, por exemplo, não tem seu “engine” (motor) atualizado desde 2001. São cinco anos e, nesse tempo, a Web mudou totalmente, padrões foram criados e adotados por todos os navegadores — diz o webdesigner Elisandro de Espíndola (mais conhecido como Spark). Um exemplo da rapidez nas atualizações: semana passada, foram descobertas nove falhas críticas no browser que permitiam que usuários maliciosos executassem códigos não autorizados em JavaScript. Dois dias depois, a Fundação Mozilla lançava a versão 1.5.0.4, com todas as falhas corrigidas.
3) Segurança O tópico é controverso. Há quem diga que o Firefox não é tão seguro quanto pregam os defensores do software livre. Usuários relatam, no entanto, uma diminuição significativa na quantidade de spywares infestando o micro. — O Firefox é mais seguro porque fornece um bom feedback visual para o usuário, que pode desabilitar funções potencialmente perigosas na instalação padrão. Aliás, não tem ActiveX, isso já é metade do caminho — diz Simone. Elisandro destaca a proteção anti pop-up, que aumenta o nível de segurança. — Desde que comecei a usar o Firefox, não sei mais o que é spyware. O bloqueio de pop-ups também é infalível.
4) Personalização Praticamente tudo é customizável no Firefox. Pode-se mudar a interface inteira — cores, temas (skins), menus e barra de ferramentas — com alguns cliques, e o navegador não fica mais pesado. O usuário pode ainda baixar as extensões (plug ins) que quiser, desde a ampliação das imagens até controles do mouse. Na barra de endereços (about:config), há um guia de configurações para baixar extensões e tirar dúvidas.
5) Ser multi-plataforma O Firefox é um navegador universal e roda em qualquer sistema operacional, seja versões de Windows, Macintosh, Linux, Unix, Solaris e por aí vai.
6) Suporte aos padrões Web criados pelo W3C A Mozilla Foundation fez questão de seguir à risca os padrões definidos pelo consórcio W3C, que representa um conjunto de empresas que desenvolvem protocolos comuns para a WWW. Dentre os padrões estão “idiomas” como HTML, Java, XSL, XML, XHTML e por aí vai. Ainda suporta o formato de imagens PNG, que o IE não “lê”. Quem é que sai ganhando com isso? O usuário e, claro, o desenvolvedor de páginas Web.
7) Extensões Por ser um programa aberto, o Firefox aceita que o usuário inclua, nele, uma série de extensões (plug ins) que tenham o propósito de ajudar na navegação. Estas extensões agregam valor por oferecer funções que o browser ainda não tem.
8) Não se misturar ao sistema operacional Todo mundo que usa Windows conhece este probleminha: quando se está usando o Internet Explorer e alguma tela “congela» ou algum programa
9) Interface simples O visual do Firefox é mais simples, menos “entulhado» do que os demais. Em primeiro lugar, assim que baixa o navegador (três minutos em banda larga), o usuário é convidado a configurar sua interface, seja escolhendo as páginas favoritas que serão exibidas nas abas, seja solicitando uma lista de extensões que deseja usar para turbinar o browser.
10) Diálogo com o usuário
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